Mar Adentro
Deus na vida normal de gente normal.
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
domingo, 4 de junho de 2017
Pentecostes
"A maravilha do Pentecostes é a consagração de todos os caminhos;
nunca pode entender-se como monopólio, nem estima, de um só em detrimento de outros.
Pentecostes é infinita variedade de línguas, de métodos, de formas de encontro com Deus; não uniformidade violenta."
(S. Josemaria, Sulco, 226)

Pentecostes é infinita variedade de línguas, de métodos, de formas de encontro com Deus; não uniformidade violenta."
(S. Josemaria, Sulco, 226)
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Caminho de saída
«O pessimismo não reside no cansaço pelo mal, mas no cansaço do bem. (...) É quando, por qualquer razão, as coisas boas que uma sociedade tem deixam de funcionar que essa sociedade entra em declínio.»
(G. K. Chesterton, O Homem Eterno, Aletheia: 2009)
(G. K. Chesterton, O Homem Eterno, Aletheia: 2009)
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
A passo com Deus
«Por vezes penso que a minha pressa se deve ao amor; mas Deus ama infinitamente mais do que eu e, no entanto, mostra-se menos impaciente.»
(Jacques Philippe, A paz interior, ed. Quadrante: 2006)
(Jacques Philippe, A paz interior, ed. Quadrante: 2006)
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
A liberdade que Cristo nos ofereceu
«A lei (...) como "lógica de vida" (...) é perversa e conduz à morte, pois contradiz a verdade da gratuidade da salvação e acaba por matar o amor.
Esta lógica (...) pode adotar diversas variantes:
a rígida piedade de quem faz tudo por "obrigação", como se tivesse uma dívida para pagar a Deus, quando Cristo na Cruz já redimiu qualquer dívida do homem a Deus, e o chamou para que devolva tudo por amor e agradecimento, não por causa de nenhuma dívida, ou por medo;
o temor de quem se sente sempre culpado e tem a sensação de nunca fazer o suficiente por Deus;
a mentalidade mercantilista do que calcula os seus méritos e mede os seus progressos, passando a vida à espera da recompensa de Deus, queixando-se quando as coisas não saem de acordo com as suas expetativas;
a atitude superficial de quem faz as coisas bem, com a sensação de estar "realizado", desanimando a seguir, ou revoltando-se, quando choca com os seus próprios limites;
a pequenez de espírito de quem mede tudo em função de prescrições (...): não faças, não gostes, não toques, em lugar de viver com o coração alargado pelo amor;
(...)
A fonte da vida é a "lógica da Graça" que permite que o amor cresça. Trata-se de uma lógica de gratuidade, que é o único regime em que pode subsistir o amor. (...) O Amor de Deus é absolutamente gratuito: não se pode merecer, nem conquistar. Limitamo-nos a acolhê-lo pela fé. (...) Um amor recebido gratuitamente que nos convida a amar gratuitamente.
(...) Viver de acordo com esta lógica da Graça cura-nos do orgulho (as minhas obras não são boas por serem minhas, mas porque Deus me dá a possibilidade de as realizar), e da desesperança, pois sejam quais forem as minhas falhas, posso sempre levantar-me recorrendo ao amor absolutamente gratuito e incondicional de Deus.»
(Jacques Philippe, La libertad interior, Rialp: 2014)
Esta lógica (...) pode adotar diversas variantes:
a rígida piedade de quem faz tudo por "obrigação", como se tivesse uma dívida para pagar a Deus, quando Cristo na Cruz já redimiu qualquer dívida do homem a Deus, e o chamou para que devolva tudo por amor e agradecimento, não por causa de nenhuma dívida, ou por medo;
o temor de quem se sente sempre culpado e tem a sensação de nunca fazer o suficiente por Deus;
a mentalidade mercantilista do que calcula os seus méritos e mede os seus progressos, passando a vida à espera da recompensa de Deus, queixando-se quando as coisas não saem de acordo com as suas expetativas;
a atitude superficial de quem faz as coisas bem, com a sensação de estar "realizado", desanimando a seguir, ou revoltando-se, quando choca com os seus próprios limites;
a pequenez de espírito de quem mede tudo em função de prescrições (...): não faças, não gostes, não toques, em lugar de viver com o coração alargado pelo amor;
(...)
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G. Klimt |
(...) Viver de acordo com esta lógica da Graça cura-nos do orgulho (as minhas obras não são boas por serem minhas, mas porque Deus me dá a possibilidade de as realizar), e da desesperança, pois sejam quais forem as minhas falhas, posso sempre levantar-me recorrendo ao amor absolutamente gratuito e incondicional de Deus.»
(Jacques Philippe, La libertad interior, Rialp: 2014)
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Jovens casais católicos falam de si
Aqui neste blogue, jovens casais falam da sua experiência no casamento, sexualidade e filhos. Refrescante!
A melhor parte

Eis por que «não se pode rezar todos os dias como se não tivéssemos uma história. Cada um de nós tem a sua. E rezamos com esta história no coração». Neste caso o modelo é Maria; e no entanto nós assemelhamo-nos mais a Marta, porque como ela «muitas vezes deixamo-nos levar pelos trabalhos, pelo dia-a-dia, pelas coisas que devemos fazer», e acabamos por esquecer a nossa história.
A história da «nossa relação com Deus» que «não começa no baptismo: neste dia é selada». Na realidade começa «quando Deus, desde a eternidade, olhou para nós e nos escolheu»."
(Papa Francisco, meditações, na Santa Missa, Capela da Casa de Sta Marta, Terça-feira 7 de Outubro de 2014)
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